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Os deputados do PSD na Assembleia Municipal do Cartaxo, do passado dia 20 de Julho:

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Assembleia Municipal do Cartaxo - 29 de Junho de 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na Assembleia Municipal do Cartaxo de de 29 de Junho, os deputados do PSD apresentaram 3 moções e um voto de congratulação. Aqui ficam:

·       Moção - Documentação para Assembleias de FreguesiaChumbada

·       Moção - Ministério da EducaçãoAprovada

·       Moção - Revisão Carta EducativaChumbada

·       Voto de Congratulação - Aprovado
 
O PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE (1910-2010) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Intervenção do Grupo Parlamentar do PSD: Hélia Monteiro Baptista

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36º Aniversário do 25 de Abril - Prof. Hélia Baptista discursa na Assembleia Municipal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Vou  começar  esta  minha curta intervenção  evocando uma escritora  bem conhecida do público português:

Esta é a madrugada que eu  esperava,
O dia inicial inteiro e limpo,
Onde emergimos da noite e do silêncio,
E livres habitamos a substância do tempo!

Prof. Hélia BaptistaFoi assim que Sofia de Melo Breyner se referiu à  madrugada do  25 de Abril.
Era o  fim de 40 anos de ditadura em Portugal, em que o país  esteve mergulhado na tristeza e no medo. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres, as pessoas não tinham liberdade de expressão, sentindo-se constantemente ameaçadas pela  polícia política que perseguia e torturava os opositores do  regime.
Grassava a guerra em África e depois de  13 anos de guerra contavam-se 10.000 mortes e 30.000 feridos  entre  os  Portugueses.
Estimava-se  a existência de trinta (30) por cento de analfabetos.
A economia era tutelada pelos grandes grupos económicos, detentores de grandes privilégios.

O 25 de Abril  trouxe para nós, os que o viveram  e sentiram uma nostalgia, mas ao mesmo tempo um farol de liberdade, de ética, de virtude  e de humanismo.
Esta revolução representou um  ponto de viragem na nossa história. Não obstante, as aspirações exaltadas no 25 de Abril, estão agora permanentemente a ser postas em causa. Senão  vejamos:

As tendências da sociedade portuguesa ao nível da participação social e política indicam no primeiro caso que os níveis de associativismo e activismo são mais baixos que os da Europa e que em relação à política verifica-se  uma tendência para o abstencionismo, a par do aumento da volatilidade eleitoral.
Portugal é identificado como sendo uma sociedade de profundas desigualdades sociais. Aumenta o desemprego. A repartição da riqueza é  a mais injusta de toda a União Europeia e o fosso  entre ricos e pobres tem vindo a aumentar.
Agora surge o  PEC (Plano de Estabilidade e Crescimento), que assume o objectivo de reduzir o deficit público, mas, ao que parece, vão ser os mais pobres e as classes médias a assumir o esforço da redução desse mesmo deficit! Isto desacredita o já estafado  argumento que os sacrifícios são para todos.
A crise que vivemos, faz-se notar nos mais variados níveis do funcionamento do sistema.
Até ao nível do ensino, um tema que me é particularmente caro, se verifica um poder absolutista, encarnado pelo actual modelo de gestão  das  escolas. Também  aqui, o manancial de participação democrática se perde.
E a Justiça? Bem, a Justiça deveria ser o pilar da Democracia, mas actualmente  a ordem  jurídica sofre  entorses em resultado  das pressões, essencialmente dos poderes económicos, mas também dos poderes religiosos e políticos.
A corrupção é hoje o maior obstáculo ao desenvolvimento económico e social. Os recentes casos de corrupção no  futebol, nas forças policiais, não constituem, porventura, causas de crise do sistema ou do desprestígio dos políticos e das instituições, mas, pelo contrário são o seu efeito. Isto é, revelam o estado de degradação do sistema. É o chamado «Inimigo sem Rosto», assim designado pela nossa Procuradora Geral Adjunta Dr.ª Maria José Morgado.

As comemorações do 36º aniversário do 25 de Abril encerram no actual contexto um profundo significado político, social e económico.

As palavras do nosso Presidente da República devem constituir para nós um sinal de «ALERTA». De acordo com  Cavaco Silva, a democracia não goza de boa saúde, havendo necessidade de e qualificar e revitalizar. O Estado tem de ser reconstruído de molde a responder às funções que lhe competem. Portugal tem de encontrar o seu próprio caminho e não forjar-se por modelos impostos por outros.

Pelo estado da  DEMOCRACIA somos todos responsáveis!
Não podemos permanecer indiferentes à diferença!
É tempo de dizer basta!
É tempo de não recear rupturas!
É tempo de reclamar Paz, Trabalho, Democracia e Liberdade!
É tempo de reclamar Justiça!
É tempo de agir com novo ímpeto!

E vou terminar parafraseando o filósofo americano Ralph Emerson:

“O segredo da humanidade está no vínculo entre as pessoas e os acontecimentos. As pessoas ocasionam os acontecimentos e os acontecimentos formam as pessoas”.  

Obrigado.
 
PSD chumba orçamento de ilusão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
 
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